Cláudia Borges: há mais de uma década a preparar o regresso às aulas com a Tiketa

Histórias Reais Tiketa

Há marcas que entram na rotina de uma família num momento específico e acabam por continuar presentes durante muitos anos.

Foi assim com a Cláudia Borges e a Tiketa.

Conheceu-nos há cerca de 13 ou 14 anos, quando procurava uma solução prática para identificar os pertences do filho na entrada para a escola. Desde então, as etiquetas passaram a fazer parte da preparação de cada novo ano letivo e continuam a ser usadas ao longo do ano, sempre que surge alguma coisa nova para identificar.

Conversámos com a Cláudia sobre aquilo que costuma etiquetar, o que mais valoriza nas Tiketas e sobre uma situação recente em que uma simples etiqueta ajudou um casaco a regressar à dona.

Uma rotina que começou há mais de uma década

Quando lhe perguntámos há quanto tempo conhecia a Tiketa, a resposta mostrou-nos precisamente aquilo que queríamos contar nesta nova secção do blog: uma experiência construída ao longo do tempo.

“Conheço a Tiketa há cerca de 13/14 anos. Encontrei-vos quando procurava uma solução prática e funcional quando o meu filho entrou na escola.”

Desde então, identificar os novos pertences tornou-se parte da preparação habitual para o início das aulas.

“Recorro à Tiketa no início de cada ano letivo, para ter sempre como identificar os novos materiais escolares e da ginástica. Ao longo do ano vou sempre usando, pois surge sempre o que identificar.”

E quando perguntamos o que costuma identificar, a resposta é simples:

“Identifico basicamente tudo!”

Canetas, cadernos, livros, roupa, garrafas e até o maillot de ginástica acrobática fazem parte da lista.

No 3.º ano, tudo volta a precisar de nome

Este ano haverá uma renovação de vários materiais e, por isso, a identificação volta a começar praticamente do princípio.

“Este ano vou substituir todos os materiais, por isso, dos lápis à mochila, passando pelos livros e pelas fardas escolares, tudo leva uma etiqueta.”

É uma situação que muitos pais conhecem bem: o material muda, a criança cresce, surgem novas atividades e, ao longo do ano, vão aparecendo novos objetos e peças de roupa que também precisam de ser identificados.

No caso da Cláudia, não existe sequer um único tipo de etiqueta que se destaque claramente dos restantes.

“Gostava de dizer que há um tipo de etiqueta que uso mais que outro, mas na verdade não consigo dispensar nenhum.”

A razão é prática. Roupa e objetos apresentam necessidades diferentes.

“As fardas são todas iguais, por isso é essencial que cada peça esteja identificada. Depois, todos os materiais se misturam nas secretárias e, se não estiverem etiquetados, desaparecem.”

Resistência e facilidade de aplicação

Depois de tantos anos a utilizar etiquetas, perguntámos-lhe o que mais valoriza.

A resposta foi imediata:

“Altamente resistentes e a facilidade na aplicação é o que mais destaco.”

São precisamente duas características importantes quando as etiquetas fazem parte da rotina escolar: precisam de ser simples de aplicar e acompanhar roupa e objetos sujeitos a utilização frequente.

“Se não fosse a etiqueta, nunca o teria de volta”

Há também momentos em que aquilo que parece apenas uma pequena identificação num objeto acaba por fazer uma diferença muito concreta.

A Carolina pratica ginástica acrobática e, recentemente, durante uma competição, uma colega levou por engano o casaco de fato de treino dela.

Num contexto em que existem muitas peças semelhantes, perceber a quem pertence cada uma nem sempre é fácil.

A etiqueta resolveu a dúvida.

“Se não fosse a etiqueta, nunca o teria de volta.”

Identificar os pertences não impede que existam trocas ou esquecimentos. Mas quando isso acontece, ter o nome no lugar certo pode facilitar muito o reconhecimento e a devolução.

Para os mais pequenos, deixá-los participar também faz parte

Pedimos ainda à Cláudia um conselho para quem está a encomendar etiquetas personalizadas pela primeira vez.

A sugestão junta praticidade a uma pequena coisa que, para as crianças, pode tornar-se especial:

“Aconselho a que, para os mais pequeninos, encomendem bastantes termoaderentes e deixem-nos escolher o design. Eles sentem que as roupas deles ficam especiais.”

Escolher a cor ou o desenho pode ser uma forma simples de envolver a criança na preparação das suas próprias coisas, sobretudo quando começa a reconhecer aquilo que lhe pertence.

Uma história que continua a cada novo ano letivo

Treze ou catorze anos depois da primeira procura por uma forma prática de identificar os pertences escolares, as necessidades foram mudando, mas o hábito permaneceu.

Há roupa, livros, garrafas, lápis, mochilas, fardas e material de atividades para identificar. Há coisas novas que vão surgindo durante o ano. E há pequenas histórias, como a de um casaco levado por engano numa competição, que mostram por que motivo colocar um nome pode ser tão útil.

É precisamente este tipo de experiência que queremos reunir em Histórias Reais Tiketa: histórias de pessoas que usam as nossas etiquetas no dia a dia e que podem ajudar outras famílias através daquilo que aprenderam na prática.

Muito obrigada, Cláudia, por partilhar a sua connosco.

A preparar também o regresso às aulas?

Se está a organizar roupa, livros, cadernos, garrafas e material escolar, pode começar pelo nosso guia de Regresso às Aulas ou comparar os Kits Poupança para perceber qual se adapta melhor ao que precisa de identificar.